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[Aventura] Busca pelo Cajado de Madeira Antigo. (Fuhr)

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Mensagem por Eight em Qua Fev 14, 2018 1:30 pm
Fuhr escreveu:Nome: Busca pelo Cajado de Madeira Antigo.
Participantes: Eu.
Local: Enchanted City.
Objetivos: Encontrar o pedaço de um mapa ou alguma pista que me leve a encontrar o item buscado. Queria fazer umas três aventuras até achar o item.

Código:
[b]Nome:[/b] Busca pelo Cajado de Madeira Antigo.
[b]Participantes:[/b] Eu.
[b]Local:[/b] Enchanted City.
[b]Objetivos:[/b] Encontrar o pedaço de um mapa ou alguma pista que me leve a encontrar o item buscado. Queria fazer umas três aventuras até achar o item.[/quote]

O procedimento é simples, você começa narrando seu personagem pela cidade e etc... e em seguida tocamos a aventura para frente, como todo forum faz.
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Mensagem por Fuhr em Qua Fev 14, 2018 4:45 pm

Minha velha coluna fez alguns estralos ao me sentar em uma cadeira. Estava repousando e me deliciando com uma xícara de chá, enquanto perpassava meus olhos em papel escrito. Em minha frente, sob os meus olhos e acima da pequena mesa de minha sala, um livro com algumas páginas arrancadas estava aberto.

...O cajado de madeira antigo, um instrumento delicado e feito do tronco da árvore anciã, fora perdido a séculos atrás. Relatos dizem que um mestre em magia arcana, um poderoso mago, o havia empunhado em suas aventuras. Seu nome perdido há muito, lançava o enigma da localização de seu instrumento. Tudo o que sabemos sobre o possível local em que o cajado esteja, são murmúrios das últimas palavras do mago que o empunhava, relatadas por àquele que dizia tê-lo conhecido como a um pai, Elross Dante, que nunca quis revelar o nome do homem, embora muitos acreditem que ele não o saiba, e que muito menos suas palavras sejam verdadeiras. Ele disse:

Lembro-me da cena como se fosse hoje, ele tossia sangue enquanto dizia palavras mal entendidas. O perguntei o que ele estava querendo dizer, e novamente seus dizeres não puderam ser compreendidos. O mago ergueu sua mão e tocou em meu peito. Sua voz zumbiu em meus ouvidos, ele estava falando telepaticamente comigo. Mesmo assim, ele disse apenas poucas palavras antes de morrer, e elas foram: ''O cajado...eu o escondi....em uma floresta...'', então o mago deu seu último suspiro, e com seus olhos abertos em minha direção, morreu.

Não sabemos se o que Elross disse seja real. Muitos pensam que ele tinha mentido para conquistar um pouco de fama, outros afirmavam que ele havia matado o mago e roubado o cajado. Mas o que todos entendemos, é que o cajado nunca fora encontrado, já se passaram quatrocentos e cinquenta anos, e ninguém nunca sequer teve alguma pista dele...


Interessante. Nunca tinha escutado falar sobre esse cajado em meus quarenta e cinco anos de vida. O livro que tinha conseguido em um cartiado com um de meus vizinhos estava se mostrando excepcional. Estas eram as últimas linhas da página 120, o restante das folhas estão destruídas. Fiquei deveras pensativo sobre esse objeto, não mentiria ele tinha me chamado muita atenção.

Levantei de minha cadeira, as costas doíam menos agora, olhei para o lado de fora de uma janela próxima a mim e consegui vir casas sobre as árvores, de meus vizinhos e vizinhas. Uma agitação tomou conta de meu ser e em pouco tempo estava pronto, não mais de cueca e camisa de flanela, e sim com meu manto negro e roupas confortáveis.

O clima estava ameno, tropical. Enquanto andava pelos galhos que ligavam as casas e comércios como se fossem ruas, observava o topo das enormes Ents e dos grandes Represeiros.

Não muito distante de minha casa, uma pequena taverna arrumada entre dois galhos de madeira e com musgo nas paredes, estampava o folheto de 'aberto' em sua porta. O lugar era comandado por um anão de pele negra, cabelos de ferrugem e uma enorme barriga, além do grande sorriso amarelo. O Anões e Mel era um dos locais mais visitados na cidade, e propriedade de um grande amigo.

Empurrei a porta para adentrar o local, estava vazio a esta hora e o único ali, além de mim mesmo, era o dono da taverna: Milddler.

Boas graças, velho amigo. Já parou de beber todo o estoque de Hidromel?

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Mensagem por Narrador em Qui Fev 15, 2018 4:55 am

Busca pelo cajado de madeira antigo

Fuhr



Ainda era muito cedo. O sol estava por nascer as onze horas contadas em pedra, e o grito de um galo escoava por toda a floresta levantando todos em sua cama. Os elfos se colocaram em pé e seguiram para o templo, as fadas cercaram a cidade e começaram a purificar suas florestas e um dos poucos anões do cidade estava abrindo sua taberna.

Empurrou com tudo a porta e colou com o cuspi um pequeno folheto com a escrita "Aberto", caminhou até o balcão pegou um copo, encheu com o melhor Hidromel da região. Fez isso umas quatro vezes até não lhe aguentar mais. -Agora sim eu posso trabalha!- para ele estava falando baixo, mas na realidade praticamente um berro com a voz rouca e falha, padrão de raça.

Um barulho caminhou pelos galhos e pouco tempo levou para invadir o local. Um homem com uma feição não muito distinta para o velho anão se aproximava, um velho amigo, Fuhr. -Gostaria muito, mas preciso de dinheiro para sobreviver, vai tomar o que hoje velhote?- perguntou com a voz avulsa, parecia que ele estava falando em câmera lenta. Apesar da grande habilidade em beber dos anões, sobreviver a quatro doses daquele hidromel era pancada, provavelmente o melhor de toda Grim Gale Valley.

-O bardo já ta chegando, senta ai, toma alguma coisa e aguarde o show!- exclamava, agora com uma voz mais forte, ele já estava ficando sóbrio. Anões são criaturas únicas.



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Mensagem por Fuhr em Qui Fev 15, 2018 1:50 pm

Muito tempo se passou, desde que eu conheci Milddler. Eu tinha o ajudado a escolher o nome da taverna, seus filhos visitavam minha casa uma vez por semana. E fora eu quem lhe tinha ajudado a manter seu casamento. O atarracado homem é uma das pessoas que eu mais tenho afinidade, bondoso e honesto, bruto e teimoso; amigo de longa data.

Era incrível como seu corpo se acostumava rapidamente com o álcool tragado. Ele conseguia beber um barriu de cerveja inteiro e, na manhã seguinte, não teríamos nenhum vestígio de embriaguez. Um copo era o suficiente para me derrubar por uma noite inteira, então eu acabei escolhendo por não tomar nada neste momento. Olhei para o homem em minha frente, trabalhava com um pano para limpar o balcão de pedra lisa que nos separava, do outro lado atrás dele havia incontáveis garrafas distribuídas em prateleiras presas nas paredes de madeira.

— Estou investigando algo. Não posso beber por enquanto. Mas esperemos o Bardo.

O anão parou de se mover ao ouvir minha resposta, sua cabeça parecia maquinar e entender cada pedaço do que eu tinha dito. Era uma isca, sabia que ele não conseguiria aguentar ficar calado, sua personalidade curiosa não o deixaria, e logo me perguntaria o que eu estou investigando.

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Mensagem por Narrador em Qui Fev 15, 2018 5:13 pm

Busca pelo cajado de madeira antigo

Fuhr




Enquanto Fuhr falava uma figura adentrava o local. Ele era baixinho assim como o velho vendedor anão, sua barba branca caia sobre sua cintura, acompanhado de seu cabelo quase que do mesmo tamanho. Diferente do anão o porte físico desse era mais fraco, era muito magro, parecia anorexia, e seu rosto era pálido e morto, era quase que certo que fazia alguns anos que ele não dormia.

Se apoio em um das cadeiras e com dificuldade subiu. Sentou e retirou de suas costas um banjo feito de madeira com cordas náilon, e sem ao menos dar bom dia para aqueles no ambiente ele dedilhou seus dedos sobre as cordas e começou a tocar uma canção.

O acústico tomou conta do local, e apesar de sua ignorância e falta de educação sua música era realmente louvável. A letra juntamente com o som de seu banjo ecoava pelo ambiente. - Pelo sete mares viajei e muitas coisas eu vi - um corte na voz e o banjo tocava, até a volta das palavras a pronunciar. - Desde de monstros imensos e dragões, é melhor sairmos dali. Leviatã eu enfrentei e com muita garra e poder com ele lutei. - Uma mudança de tom partindo para um grave mais suave e ele voltava a cantar - Eu ainda lembro daquele bastão que um dia encontrei, sua magia irradiava no local, todos digam HEY - o velho anão gritava com sua voz rouca um belo Hey, que serviu para cobrir a falta de todas as pessoas naquelas mesas vazias.

Com um pano antigo o anão limpava o local, deixando tudo pronto para as chegadas dos clientes. Passou pelo balcão e pegou uma vassoura, especial para o seu tamanho, e começou a empurrar a poeira para um canto enquanto conversava com o velho mago. -E então Fuhr, ta investigando o que velho amigo ?- a curiosidade quase foi cuspida pela sua boca.


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Mensagem por Fuhr em Qui Fev 15, 2018 6:23 pm

Enquanto esperava o Bardo chegar no local para ouvir suas músicas, Milddler me trouxe um copo de água fresca, colhida dos imensos orvalhos das folhas de represeiros. O toque suave e o frescor em minha boca mataram minha sede. Enquanto descia o copo feito de barro esquentado de minha boca, a porta da taverna abriu-se e outra pessoa adentrou o lugar.

O velho anão trazia um instrumento consigo, sua barba branca e longa, assim como os cabelos, denunciavam uma vida longa e que estava perto de seu fim. Ele andou até um pequeno canto que tinha alguma iluminação, duas flores parecidas com lampadas que pendiam ao lado esquerdo e direito acima do pequeno homem. Não demorou para que ele abrisse sua boca e começasse a cantar, embora nem mesmo tivesse cumprimentado seu patrão e a mim.

O deselegante bardo parecia não saber muito sobre etiqueta, mas sua doce voz era como o cantar dos anjos. O som melódico zumbiu em meus ouvidos e me fez lembrar de bons momentos que tinha tido em minha vida. Milddler também estava agraciado com a música do homem e se juntou a ele num de seus versos. Um verso que quase passou batido por mim. Quase.

Não me lembro do restante da canção, estava lembrando e relembrando cada palavra que o Bardo tinha dito em um de seus versos. Mas não seria possível ele ter encontrado. Ou seria? Quando por fim terminou de cantar, meu amigo anão foi quem me tirou do transe com uma de suas perguntas, uma que eu já esperava que ele fosse fazer.

Um objeto. Com sua licença, preciso trocar algumas palavras com o seu cantor.

Não me importei de ter dado uma resposta curta. Precisava saber se o que aquele velho anão estava dizendo era verdade, ou se seria apenas uma de suas alucinações. Caminhei calmamente até o homem e levantei o copo de barro com um pouco de água em sua direção.

Servido? Beba um pouco para refrescar sua garganta. A música fora muito boa.

Simpaticamente dei um sorriso para o homem enquanto minha mão direita levava o copo até ele. — Se me permite lhe perguntar algo. Esta sua música me chamou muito atenção. Ela é uma criação sua ou os eventos relatados são verdadeiros?

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Mensagem por Narrador em Sex Fev 16, 2018 12:27 am

Busca pelo cajado de madeira antigo

Fuhr




O pequeno continuava dedilhando sobre seu banjo, enquanto mexia em um tipo de pinça no braço de seu instrumento, afinando-o, e a cada nova dedilhada era um som ainda melhor. Enquanto se preparava para começar seu show o velho mago caminhou até o mesmo. Ele levou seu braço até o copo e o bebeu em poucos goles, e em seguida colocou em um tipo de mesa que ficava próximo ao local aonde ele tocava.

Ele continuou a mexer em seu instrumento enquanto ouvia o rapaz falar, e responde com voz firme, diferente da qual usava para cantar. -Tudo que o bardo canta é real, já deveria saber disso- ele mantinha-se a dedilhar arrumando seu instrumento.

Um grupo de elfo entrou no local, pareciam jovens e levavam consigo cajados de madeira e um único levava consigo uma adaga pendurada no lado direito de sua cintura. Eles estavam em cinco, se sentavam na frente do balcão e pediam uma bebida, que pouco tempo após chegou.


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Mensagem por Fuhr em Sex Fev 16, 2018 9:21 am

O velho anão parecia amar seu instrumento musical, observava como ele tratava seu banjo e estava sempre a afinar suas cordas para que este produzisse um som cada vez melhor. O copo de água que tinha levado para ele tivera seu conteúdo bebido rapidamente. Como eu imaginava, cantar deve cansar sua gargante e deixa-la seca. Tinha sido uma boa atitude trazer um alívio para ele.

Sua resposta me pareceu verdadeira. O tom forte e resoluto de sua voz me indicou que ele não estava mentindo. Doce quando canta e seguro quando dialoga. Eu acredito que sua experiência de vida é algo que eu não posso compreender. Não com apenas quarenta e cinco anos de bagagem. Olhei com outros olhos para o pequenino em minha frente, um ancião perdido e apaixonado pela música.

Estava para falar novamente com ele, quando passos ecoaram do lado de fora da taverna anunciando que mais indivíduos estavam para adentra-la. Um grupo de elfos apareceu do lado de dentro, jovens e atraentes, como quase todos eram. Contei o número de cinco deles, alguns com peles azuladas e outros de peles brancas, claras como a neve. Eram três homens e duas garotas, os aspectos finos realçando seus rostos femininos, além dos longos cabelos, negros de uma e vermelhos da outra.

Os elfos se sentaram frente ao balcão, local onde estava há pouco. Pediram hidromel e foram servidos rapidamente pelas mãos ágeis e pequenas de Milddler. O velho bardo imaginou que essa era a hora perfeita para começar outra música, impedindo que eu pudesse fazer outra pergunta até ele terminar sua canção. Por fim, quando o fez, eu iniciei uma salva de palmas, que foram seguidas pelas dos elfos.

Outra bela música. Mais verdades foram ditas, acredito eu. É um prazer lhe conhecer, senhor. Eu me chamo Fuhr, e qual seria o nome de vossa graça?

Enquanto esperava ele me responder, reparava nos cajados que os elfos levavam consigo. Apenas a elfa de cabelos vermelhos carregava uma arma diferente, uma adaga prateada presa em um cinto de couro em sua cintura. Todas as armas pareciam ter sido confinadas de maneira exuberante, algo comum para a raça élfica. O cajado de madeira antigo teria sido uma criação deles? Faria mais algumas perguntas para o bardo, talvez ele soubesse a resposta.

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Mensagem por Narrador em Sex Fev 16, 2018 4:46 pm

Busca pelo cajado de madeira antigo

Fuhr




O velho ancião, pelo menos parecia ser um, terminava sua canção. Muitos aplausos para mais uma bela musica, e desta vez com mais pessoas no local. Os elfos por hora ficavam em seu canto, bebiam seu hidromel e conversavam entre si, somente observando os arredores e esperando algo para comer.

O pequeno observava a pergunta do rapaz. O homem o olhou de novo, agora de baixo pra cima, estudou toda sua fisionomia, ele era diferente da grande maioria da região, apesar de ser alto ele não era um elfo, e sua altura como já dito o impede de ser Halfling ou um Anão, provavelmente um humano. Ele deslizou da cadeira, caminhou até o balcão, bebeu um ótimo galão da água e se virou para o rapaz. -Eu sou olho de peixe... Mas porque lhe interessa meu nome ein?- ele tentou perguntar de maneira educada, mas obviamente sem sucesso.

Uma das elfas, a que estava a empunhar um cajado, caminhou até olho de peixe e pediu uma música tipica da região de Enchanted city, a história de Xiloscient, e a amizade entre Valkaria e Enchanted.

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