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[FICHA] Blanche Dela'Fleur

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Mensagem por Blanche Dela'Fleur em Ter Fev 20, 2018 5:03 pm
Informações Básicas
Nome: Blanche Dela'Fleur
Sexo: Feminino
Idade: 21 anos
Raça:  Humano
Peso: 50kg
Altura: 1,60
Classe: Oráculo
Cidade Natal: xxxx
Cidade Atual: xxxx
Arquétipo: Puro
Tendencia: Neutro e Bom
Reputação: 0

Atributos:
Você tem 10 pontos para distribuir entre os atributos
Força (For): 1
Agilidade (Agi): 2
Constituição (Con): 2
Destreza (Des): 1
Inteligencia (Int): 4

Status:
LP: 24
MP: 28

Nível:1
Xp:0

Pericias:
- Primeiros Socorros
- Farmácia

Oficio:
- Medicina

Itens:
- Foco Arcano (Gargantilha)


Técnicas:
- O olho que tudo vê: uma vez por combate você pode narrar ter previsto uma das ações de seu adversário, podendo evita-la de alguma maneira.
Nível: I

-  Proteção para os meus: O oráculo transforma sua vida em essência de energia, e com a manipulação correta da magia o mesmo transfere sua energia de vida, seus LP, para qualquer ser vivo que esteja a 20m do mesmo. Gasta metade da mana e metade da vida para a quantidade de vida que vai recuperar.
Nível: I
Alcance: -x-
Tempo de Recarga: Dois turnos.


-Experiencias-
-
-

-Aparência-
Blanche é uma mulher baixa (1,60) de aparência delicada, com pele clara e cabelos loiros. Seus olhos são de um azul vítreo, e se ela estiver olhando para o vazio alguém pode confundi-la por cega. Seus cabelos são ondulados e chegam ao meio das costas, mas estão geralmente presos e escondidos por um capuz, assim como seu rosto.
Blanche raramente mostra muita pele, preferindo saias e mangas longas, assim como seu amado capuz. Por isso é impossível ver as marcas que cobrem todo seu corpo. São discretas cicatrizes finas, brancas na pele clara, que desenham videiras, folhas, flores e espinhos na sua pele.


-Personalidade-
Blanche é uma mulher calma e reservada, mas muito educada e gentil. É por profissão inclinada a ajudar os outros, mas não gosta de ser tocada ou ficar em meio a multidões. É uma pessoa que guarda segredos, por isso não questiona o comportamento de ninguém, a fim de ser deixada em paz. Odeia ser pressionada e pode ficar muito defensiva caso indagada sobre questões que ela prefere deixar em paz.

-História-
Blanche é a terceira filha da nobre família Dela'Fleur, tendo assim dois irmãos mais velhos e uma irmã mais nova. Mesmo com tantos familiares, a vida na residencia dos Dela'Fleur era fria e impessoal como apenas os nobres sabem ser. Seu pai era cego por sua sede de ouro e poder. Sua mãe era amarga e ressentida por parir e criar tantos filhos com um homem que ela nunca quis se casar. Seus irmãos e irmã eram pressionados a executares suas tarefas e aulas perfeitamente, ocupados o dia todo com seus deveres.

Ela tinha apenas dez anos quando teve sua primeira visão. Insistiu para que o pai não fosse caçar, por que um urso mataria um dos criados. Completamente ignorada, Blanche chorou quando eles retornaram com o corpo de um urso e de um homem ao fim do dia. Foi a primeira e ultima vez que lhe foi permitido chorar pelas suas visões. Logo na manha seguinte seu pai enviou cartas para parentes e anciões. Familiares que ela nunca havia conhecido preencheram sua casa em menos de uma semana. Uma festa foi dada pelo 'nascimento' da Oráculo daquela geração.

Blanche foi arrastada pelo tumulto sem saber por que estava recebendo brindes e sorrisos largos demais. Ela tinha uma sensação estranha no peito de que algo estava errado. Novamente, ela se provou certa quando, no meio da noite, uma de suas bisavós entrou escondida no seu quarto. Ela não havia reparado antes mas, frente a frente, ela pode ver cicatrizes desenhadas na pele da anciã, desde as pontas dos dedos até as maças do rosto. Seus olhos eram claros e vítreos como os seus mesmos. Sua bisavó lhe contou o que ninguém se prestou a dizer.

Ela era uma visionária, recebia, de qualquer entidade que ela queira acreditar, sonhos e visões premonitórias. Os Dela'Fleur tinham muito orgulho desse poder, que nunca havia surgido em mais de uma pessoa por geração. E enquanto nos homens isso era sinal de um herdeiro forte, nas mulheres isso significava uma valiosa moeda de troca. Para cada visão sua que se tornasse realidade, uma flor seria desenhada na sua pele com uma faca. Ficaria para trás uma cicatriz linda e delicada, como prova de seus feitos. Quanto mais cicatrizes tivesse, maior seria a prova do seu poder e mais valiosa você seria como noiva.

Com lagrimas nos olhos, sua bisavó tirou a gargantilha que carregava no pescoço, feita de seda clara, segurando uma única pedra translucida, e lhe entregou. Com um beijo na testa e um desejo de boa sorte, ela deixou Blanche sozinha com seus pensamentos. A senhora amanheceu morta em sua cama no dia seguinte. Foi diagnosticada como um simples caso de velhice. Blache nunca chegou a saber seu primeiro nome.

Assim, Blanche cresceu como a joia da família, literalmente sendo lapidada com uma faca no que eles queriam que ela fosse. Para seu desespero, suas visões eram frequentes, e quase todos os meses ela se encontrava com a dor da maldita faca. Aos 20 anos flores brancas subiam da sua panturrilha as cochas, emoldando seu quadril e cintura e derramando-se pelos seus ombros. Foi então que sua mão foi finalmente prometida a um alto nobre. O homem mais desprezível que ela teve o desprazer de conhecer.

Adam era tão belo e imponente quanto era fútil e mal. No dia em que se conheceram, ele exigiu uma prova de que ela realmente era a vidente da família. Foi um escanda-lo permiti-lo ver sua panturrilha por debaixo das saias, onde sua primeira flor foi marcada. Blanche queria morrer pela humilhação, mesmo sendo ele seu suposto noivo. Para piorar a situação, ele não se deu por satisfeito. Indignado a se casar com uma visionária 'qualquer', ele queria se certificar da extensão de seus poderes, para da-la como digna de ser sua esposa. Quando despiram-na toda sob o olhar desprezível daquele homem, ela queria mata-lo lentamente com as próprias mãos.

Se não fosse o bastante, ele permaneceu um mês em sua casa, cavando o buraco de seu ódio ainda mais fundo. Tocando-a, perturbando-a e pressionando-a além do tolerável. Como se ela não odiasse as flores em seu corpo pela dor que lhe causavam, o som da voz dele chamando-a de 'sua flor branca' foram o suficiente para revolta-la contra as plantas inocentes. Qualquer buque que lhe surgisse a frente encontrava seu caminho até a janela ou lareira mais próxima.

Incapaz de aceitar uma vida ao lado daquele homem, Blanche desviu todo o dinheiro e joias que pode, assim como uma muda de roupas de uma criada que secava no varal. Pegou um cavalo manso dos estábulos e desapareceu na noite. Hoje, Blanche vive com temor de ser reconhecida e arrastada de volta para a vida que ela desprezava. A cada visão que lhe abate, por mais terrível que seja, ela vem acompanhada de uma fração de alivio. Alivio de não ser a visão de seu ex-noivo surgindo na porta para leva-la de volta para o inferno.

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